sexta-feira, 25 de abril de 2014

sentir

Estive pensando sobre estar aqui, sendo lida por pessoas que sequer me conhecem, mas sabem de histórias que mesmo pessoas próximas a mim, não ousam imaginar.
Fiquei pensando qual a impressão que passo para quem me lê. Andei relendo textos e parece que sempre escrevo pra mesma pessoa, que minha vida amorosa sempre termina em tristeza, e que eu nunca sei como agir.
Eu tinha vontade de escrever sobre várias coisas, fazer com que os outros fossem capazes de sentir alguma coisa ao ler. Mas parece que minha vida anda em círculos, em que há um ciclo, ilusão e desilusão, amor e medo.
Não sei como continuar, parece que tudo que eu disser aqui, será clichê. Ao menos, após essa páscoa que, pela primeira vez, não foi um evento familiar, posso dizer que, finalmente, pude entender diversas coisas, que faziam com que eu desse voltas e voltas e chegasse sempre ao mesmo lugar.
Tudo é culpa da maldita ansiedade, da maldita vontade de viver algo especial, da maldita vontade de querer encontrar alguém com quem se possa compartilhar. Isso não significa amarrar alguém a relações já tão tradicionais, mas não se poupar do que fizer sentir. E não ter medo de viver para além das ideologias.



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http://letras.mus.br/elis-regina/91036/

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